14º CBAS

Dias 14 a 18/10/2014 - Águas de Lindóia SP.

FLIP 2014

Dia 31/07 a 03/08 - Paraty Rj.

IMORAL É O GOVERNO!

Dia 07/02/2014 - Paralização e Mobilização: contra a entrega dos hospitais federais para EBSERH.

Festa de Aniversário no HFB.

Dia 03/02/2014 - Comemoração com as amigas.

OUTUBRO ROSA

A conscientização dá o tom. Seminário Multidisciplinar no HFB.

ILHA GRANDE

Rio de Janeiro.

Ilha Grande - RJ

08 de Fevereiro de 2014.

Paraty - RJ

3 de Fevereiro de 2013.

"Resistir é Preciso..."

CCBB: Exposição de 12/02 a 28/04.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ROSA SANGUE

De Guimarães eu empresto a rosa

que não é de Hiroxima

Mas, que cantada em verso ou prosa

comparece neste espaço pra cumprir

sua sina

Choque, luta, trauma, fratura exposta

Dizer que sente é pouco frente a uma

chacina

Ninguém quer fazer as perguntas, mas

quer resposta

A mentira vem tão certa que a verdade

vacila

Quieto, manso, mudo é que o Estado

gosta

Se complicar demais alguém te

extermina

Encara de frente ou virar de costa

A escolha é sua não aceita ser vítima

Resistir te força

Mas é única saída

Se liga na letra e esquece a nota.

O coração sangrando é sinal de vida.


Por: Leandro Rocha

 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

quarta-feira, 13 de maio de 2015

“Homem de Cor”

Querido irmão branco:

Quando nasci, era negro.

Quando cresci, era negro.

Quando o sol bate, sou negro.

Quando estou doente, sou negro.

Quando morrer, serei negro.

E enquanto isso, você:

Quando nasceu, era rosado.

Quando cresceu, foi branco.

Quando o sol bate, você é vermelho.

Quando sente frio, é azul.

Quando sente medo, é verde.

Quando está doente, é amarelo.

Quando morrer você será cinzento.

Então, qual de nós dois é um homem de cor?



Eduardo Galeano

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A partir de nossos medos

nascido nossas birras

e as nossas dúvidas

viver nossas certezas.

Sonhos anunciar

outra realidade possível

e delírios outra razão.

Nas andanças

descobertas adiante ,

Porque é necessário ser desperdiçada

se encontrar novamente .

(Eduardo Galeano)



Quanto tempo os países da América Latina continuam a aceitar ordens de mercado, como se fossem uma inevitabilidade do destino? Quanto tempo mais pedir esmolas, os cotovelos, a fila de pedintes? Quanto tempo cada país aposta em cada um por si? Quando terminar nos convencer de que a indignidade não paga? Por que não formar uma frente comum para defender os nossos preços, se sabemos muito dividir para reinar? Por que não vamos enfrentar juntos a dívida usurários? Que poder de outra forma a encontrar o pescoço corda? .

Eduardo Galeano