Quanto tempo os países da América Latina continuam a aceitar ordens de
mercado, como se fossem uma inevitabilidade do destino? Quanto tempo mais pedir
esmolas, os cotovelos, a fila de pedintes? Quanto tempo cada país aposta em
cada um por si? Quando terminar nos convencer de que a indignidade não paga?
Por que não formar uma frente comum para defender os nossos preços, se sabemos
muito dividir para reinar? Por que não vamos enfrentar juntos a dívida
usurários? Que poder de outra forma a encontrar o pescoço corda? .
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